Olá a todos,
é com o coração triste que
tenho de abraçar a derrota. Não
há outro remédio...
Já lá vão perto de dois anos
que surgiu a ideia de criar uma revista Mac em
Portugal e o projecto não vingou.
De pouco serviu a nossa força de vontade
e máximo empenho face a um mercado estagnado,
uma comunidade dispersa e sem potenciais investidores.
Fora outras dificuldades que não interessa
evocar.
Maczine ?
Muitos nunca viram tal coisa, e os que a conheciam
continuam á espera do mesmo milagre que
me deu vida estes últimos tempos.
Gostaria de deixar claro que foi uma aventura
da qual me orgulho e que muitas alegrias me deu.
Ver o fruto do nosso trabalho elogiado é
algo de profissionalmente muito excitante e motivante.
“Parabéns pelo vosso trabalho”,
“Continuem com o vosso excelente trabalho”,
“Espero que desta vez venham para ficar
pois uma edição destas considero-a
de vital importância”... não
há palavras para descrever a emoção
que ainda hoje sinto quando me recordo destas
palavras de alguns leitores.
Por outro lado, e de igual clareza, sinto tristeza
e raiva pois a Maczine não sobreviveu. |
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Como pode ? Sem investidores interessados neste
projecto, um mercado mal enquadrado, uma comunidade
dispersa, uma pequena equipa e budget apertado,
não se pode ir longe e foi o que infelizmente
aconteceu ao fim de 3 exemplares editados.
Espero que o futuro da Maczine não seja
ditado por esta sentença e que exista algures
em Portugal pessoas que estejam interessadas em
financiar esta aventura e partilhar a alegria
de ajudar e comunicar com centenas de trincadores
de maças!
Esses e os que a Vista® têm cansada
de tanto olhar e desejar ter um Tiger® nas
suas casas ...
Para os que desejam entrar em contacto comigo,
sejam qual forem as razões, saibam que
tenho porta aberta e podem usar a página
de contactos sempre que o desejarem.
Vou-me despedir a pensar que um dia será
possível continuar a Maczine.
Como estamos perto da época natalícia,
e que os publicitários já começaram
a lavagem ao cérebro, aproveito para desejar
a todos umas excelentes festas, muita saúde
e felicidade, mesa farta e melhoras para o pais.
João Luís Palma Cardeira
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